Toda vez que eu tô pra começar a fazer academia ou estou deixando o sedentarismo de lado para enfim me dedicar a fazer exercícios físicos eu me deparo com histórias assim.
É impressionante. Esses personagens perdem 60 kg em um ano. Eu mal consigo perder 1 kg em um mês. E tudo começa com exercícios, tipo corrida, que é o que eu faço.
Só que não basta só correr. É preciso fechar a boca e cortar comidas gostosas, frituras e doces da dieta. Pelo menos nesse quesito eu consegui abandonar refrigerante e Mc Donald's já.
Só que esses feitos não aconteceram sem uma boa dose de radicalismo. É preciso ir a um bar e não beber. Não comer nenhum salgado aperitivo. Às vezes é preciso cortar amizades. Mudar de círculo social ou ser muito forte para resistir às tentações e aguentar algumas piadas.
Isso sem falar nas substituições, fruta no lugar de doce até é possível. Mas e a batalha contra o chocolate? Fruta nenhuma vai substituir essa maravilha. Em etapas anteriores de dieta e exercícios eu conseguia ficar sem chocolate por até duas semanas, numa espécie de desafio.
Olhando agora eu não sei como isso era possível. Não sei se estou pronto para isso. Tento me enganar que dá para comer de tudo com parcimônia. Mas qual é o limite? E como lidar com a fome? E eis a minha preocupação maior: como emagrecer sem perder a ternura? Como não ser o chato do rolê?
Comer, mais do que uma necessidade, é um gosto, um hábito social. Você está de dieta ou tentando entrar numa reeducação alimentar. Tentando se acostumar com o queijo branco no lugar do queijo prato e aí alguém na firma faz aniversário e rola um bolo. Só você vai fazer o mal educado e não comer nem um pedacinho?
E vó então. Elas são programadas para nos fazer comer. Sempre oferecendo comidas e sobremesas infinitas. E não dá para fazer desfeita. Até porque é feio. E elas ficam chateadas.
Há prazeres inenarráveis que só a gastronomia pode proporcionar. Seja ela alta ou baixa. Comer faz bem, alegra. Além disso, dividir esses momentos com pessoas queridas torna tudo mais gostoso.
Emagrecer ou manter um peso ideal e uma vida saudável é uma luta diária, constante e muitas vezes inglória. Principalmente quando a gente começa isso tarde. Vejo todos esses meninos gatos e definidinhos no instagram e só consigo ver que eles começaram antes de mim. Eles têm a vantagem então podem comer um hamburguer do Fifties ou pizza sem culpa na consciência.
Então a gente tenta não entrar numa briga contra a balança e não ficar noiado contando calorias ao final de cada sessão de corrida ou depois de uma comida incrivelmente gordurenta. E a gente enfrenta a esteira numa luta louca pra correr atrás do nosso próprio atraso.
O bom é que quando o exercício acaba tá tudo lindo. A endorfina vem. Mas isso demora e vamos ser sinceros: por mais que correr seja muito legal, esteira muitas vezes é um pé nas bolas. O tempo parece que não passa. O bom é que depois de uns três meses já dá pra notar um ligeiro emagrecimento. E três meses nem demoram tanto tempo assim, vai.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Dias de treinamentos
Nesses últimos tempos eu tenho me dado cada vez mais conta de que pra gente ser bom em alguma coisa a gente precisa praticar. Só falamos bem inglês se a gente falar. Só seremos bons motoristas se dirigirmos. E assim sucessivamente.
Diante deste panorama eu chego à conclusão de que se teve uma coisa em que eu acertei na vida foi ter comprado um patins. E ter começado a fazer as aulas na Roller Jam. Porque se tem alguma coisa que eu estou de fato empolgado pra fazer é patinar.
Eu preciso fazer mais aulas de direção. Preciso juntar dinheiro para fazer uma viagem internacional e estudar inglês lá fora, desenferrujar o inglês adormecido. Mas cadê a verba para focar nessas coisas? Está aí o grande dilema.
Aprender a lidar com o pouco tempo disponível para aprimorar nossas habilidades em meio a quantidade absurda de obrigações que temos que cumprir. Porque hoje há uma demanda social que exige que você seja bom em tudo.
É preciso ser cool, inteligente, ter um emprego bom e que você ganhe bem para pagar preços exorbitantes num aluguel ou na prestação de um apartamento. Isso tudo curtindo a vida, aproveitando o final de semana com amigos, em baladas e postando tudo nas redes sociais.
Eu tô cada vez mais me desobrigando disso. Quanto menos tempo eu passo em redes sociais mais controle eu tenho sobre a minha vida. Percebi que dá pra fazer tudo, mas sempre aos poucos, seguindo um ritmo, um ciclo, um passo por vez.
Sábado passado o Sesc Consolação realizou uma patinada no minhocão para comemorar o aniversário de São Paulo. Com o sol rachando lá pelas 10h, poucos se aventuraram a encarar o curto percurso de 4 km ( 2 para ir e 2 para voltar).
Teve também uma oficina numas rampas portáteis. Depois de eu tomar alguns tombos, os instrutores me ajudaram a subir e descer dos obstáculos. Lá um dos rapazes me disse que eu não precisava de aulas.
Mas se eu não tivesse fazendo aulas eu não ia descobrir sozinho como patinar de costas ou treinar pulos e chegar a passos, manobras e movimentos mais complexos. Sei que vai demorar um pouco até eu patinar bem.
O difícil é lidar com a ansiedade e o pouco parecer uma eternidade. Para isso, por enquanto eu vou tentar aproveitar esses dias de treinamentos, curtindo a viagem para depois curtir o destino.
Diante deste panorama eu chego à conclusão de que se teve uma coisa em que eu acertei na vida foi ter comprado um patins. E ter começado a fazer as aulas na Roller Jam. Porque se tem alguma coisa que eu estou de fato empolgado pra fazer é patinar.
Eu preciso fazer mais aulas de direção. Preciso juntar dinheiro para fazer uma viagem internacional e estudar inglês lá fora, desenferrujar o inglês adormecido. Mas cadê a verba para focar nessas coisas? Está aí o grande dilema.
Aprender a lidar com o pouco tempo disponível para aprimorar nossas habilidades em meio a quantidade absurda de obrigações que temos que cumprir. Porque hoje há uma demanda social que exige que você seja bom em tudo.
É preciso ser cool, inteligente, ter um emprego bom e que você ganhe bem para pagar preços exorbitantes num aluguel ou na prestação de um apartamento. Isso tudo curtindo a vida, aproveitando o final de semana com amigos, em baladas e postando tudo nas redes sociais.
Eu tô cada vez mais me desobrigando disso. Quanto menos tempo eu passo em redes sociais mais controle eu tenho sobre a minha vida. Percebi que dá pra fazer tudo, mas sempre aos poucos, seguindo um ritmo, um ciclo, um passo por vez.
Sábado passado o Sesc Consolação realizou uma patinada no minhocão para comemorar o aniversário de São Paulo. Com o sol rachando lá pelas 10h, poucos se aventuraram a encarar o curto percurso de 4 km ( 2 para ir e 2 para voltar).
Teve também uma oficina numas rampas portáteis. Depois de eu tomar alguns tombos, os instrutores me ajudaram a subir e descer dos obstáculos. Lá um dos rapazes me disse que eu não precisava de aulas.
Mas se eu não tivesse fazendo aulas eu não ia descobrir sozinho como patinar de costas ou treinar pulos e chegar a passos, manobras e movimentos mais complexos. Sei que vai demorar um pouco até eu patinar bem.
O difícil é lidar com a ansiedade e o pouco parecer uma eternidade. Para isso, por enquanto eu vou tentar aproveitar esses dias de treinamentos, curtindo a viagem para depois curtir o destino.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Ensaio sobre o futuro
Tentei milhares de vezes. Iniciei muitos esboços. Procurei desenvolver cada uma das ideias que me passaram pela cabeça essa semana. De Big Brother a cotas raciais. Da falta de educação e da exasperação. Da ansiedade que nos faz sofrer. Tudo isso para fazer um post especial.
Diversos assunto surgiram e foram descartados. Está uma semana corrida. Muitas coisas pra fazer. Tive que bater o texto às pressas. Então o tema de hoje vai ser o nada. O grande nada. A maior e mais absoluta verdade que nos rodeia e nos cerca e invisível taí louca para ser descoberta, vista, escancarada, anunciada.
A verdade é que nada importa. E que nada, apenas nada, faz sentido. O tédio faz a gente tentar preencher o tempo com os nossos afazeres. E eles são na grande maioria tão inúteis, sem propósitos, que às vezes é difícil olhar adiante, ter perspectiva. Tudo é um eterno retorno. Tudo se repete. Dia após dia. Ano após ano.
Com leves diferenças. E é por isso que eu estou aqui. Para lidarmos com o tédio. Este vazio. Este eterno marasmo que é cumprir com as obrigações, pensando e esperando esses momentos bons que cada vez mais parecem acontecer apenas aos finais de semana. E isso quando a gente não tá trabalhando, pra dizer bem a verdade.
A ideia é preencher o tédio. Ser um último recurso. Aquela olhadinha naquele último site que a gente acessa para passar o embuste da vida. Quando todas aquelas chamadas já não dizem nada. E os textos que estão por trás daqueles links dizem menos ainda. É prender atenção, fazer você voltar. Uma vez por semana. Sempre às quintas. É o que tem. É o que terá
Porque eu ando sem caber em mim. E tenho lido boas coisas ultimamente. Sempre às segundas, que é o melhor dia da semana, em geral. Selecionei um time de colunistas queridos e neles eu sigo. Acolhido. Bem. Inspirado. Me sentindo um amigo íntimo.
Vanessa Barbara, Daniel Galera, Denise Fraga, Renato Essenfelder, Michel Laub, Daniel Pelizzari, Mirian Goldenberg, Antonio Prata, Mauricio Stycer, Tati Bernardi, Gregorio Duvivier, Leão Serva, Luli Radfahrer, Ronaldo Lemos, Raquel Rolnik e Ricardo Melo.
Uma seleção de textos bons sobre amor, política, artes, video-game, cinema, urbanismo, tecnologia, música. E eu queria retribuir. Escrever mais. Me expor menos. A intenção é ensaiar, arrumar uma gaveta. Agendar artigos, posts, crônicas. Brincar de colunista e me preparar para a vida que me aguarda em algum ponto do futuro.
Estou ensaiando pra isso. Testando linguagens, procurando narrativas. Tentando. Vamos ver o que sai daí.
Diversos assunto surgiram e foram descartados. Está uma semana corrida. Muitas coisas pra fazer. Tive que bater o texto às pressas. Então o tema de hoje vai ser o nada. O grande nada. A maior e mais absoluta verdade que nos rodeia e nos cerca e invisível taí louca para ser descoberta, vista, escancarada, anunciada.
A verdade é que nada importa. E que nada, apenas nada, faz sentido. O tédio faz a gente tentar preencher o tempo com os nossos afazeres. E eles são na grande maioria tão inúteis, sem propósitos, que às vezes é difícil olhar adiante, ter perspectiva. Tudo é um eterno retorno. Tudo se repete. Dia após dia. Ano após ano.
Com leves diferenças. E é por isso que eu estou aqui. Para lidarmos com o tédio. Este vazio. Este eterno marasmo que é cumprir com as obrigações, pensando e esperando esses momentos bons que cada vez mais parecem acontecer apenas aos finais de semana. E isso quando a gente não tá trabalhando, pra dizer bem a verdade.
A ideia é preencher o tédio. Ser um último recurso. Aquela olhadinha naquele último site que a gente acessa para passar o embuste da vida. Quando todas aquelas chamadas já não dizem nada. E os textos que estão por trás daqueles links dizem menos ainda. É prender atenção, fazer você voltar. Uma vez por semana. Sempre às quintas. É o que tem. É o que terá
Porque eu ando sem caber em mim. E tenho lido boas coisas ultimamente. Sempre às segundas, que é o melhor dia da semana, em geral. Selecionei um time de colunistas queridos e neles eu sigo. Acolhido. Bem. Inspirado. Me sentindo um amigo íntimo.
Vanessa Barbara, Daniel Galera, Denise Fraga, Renato Essenfelder, Michel Laub, Daniel Pelizzari, Mirian Goldenberg, Antonio Prata, Mauricio Stycer, Tati Bernardi, Gregorio Duvivier, Leão Serva, Luli Radfahrer, Ronaldo Lemos, Raquel Rolnik e Ricardo Melo.
Uma seleção de textos bons sobre amor, política, artes, video-game, cinema, urbanismo, tecnologia, música. E eu queria retribuir. Escrever mais. Me expor menos. A intenção é ensaiar, arrumar uma gaveta. Agendar artigos, posts, crônicas. Brincar de colunista e me preparar para a vida que me aguarda em algum ponto do futuro.
Estou ensaiando pra isso. Testando linguagens, procurando narrativas. Tentando. Vamos ver o que sai daí.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Sobrevivendo ao horror
Não consegui assistir ao Globo de Ouro. No final das contas eu não tenho
muita paciência pra eventos assim. Ainda se eu estivesse lá, vá lá.
Pedi encarecidamente pra Raíra se eu podia fazer outra coisa.
Fui jogar video-game. A escolha do jogo não foi aleatória. Há dias que "Resident Evil: Code Veronica X" baixado há tempos está martelando na minha cabeça. Joguei muito pouco ele na vida.
Primeiro que ele saiu originalmente para DreamCast --quem por deus teve esse video-game?. Eu demorei para ter Playstation 2. Quando comprei o console, truques de Gameshark já não eram possíveis.
Este Resident não é lá muito fácil. Sem armas e vida infinita então, nem se fale. Ele exige paciência e dedicação. Daí que estava lá. Incomodando. Iniciado. Na lista de jogos comprados e não aproveitados. Parado em uma parte um pouco adiante do começo e intocado desde então.
A história aqui se passa pouco depois de "Resident Evil 3" trazendo como protagonistas Claire e Chris Redfield. Na trama, Claire invade uma base europeia da Umbrella em busca de seu irmão Chris, que está sumido desde os acontecimentos do primeiro Resident Evil.
É um game essencial para os fãs da franquia. É o último que traz todos os elementos do survival horror e que conserva toda a atmosfera sombria que consagrou a série. Zumbis, sustos e uma trilha sonora absurdamente assustadora. Sem falar na vagareza. É um jogo para sentir, respirar, parar, pensar e se envolver.
Muito mais emocionante do que "Resident Evil 6", por exemplo, em que você não para de correr e atirar e meio que só isso. Até as coisas acalmarem um pouco e você novamente correr e atirar de novo. Por horas a fio.
A dificuldade aqui também é grande. De modo geral ele me parece maior que seus antecessores. Eu terminei ele uma vez, ainda no Playstation 2. A vida é muito curta pra ficar morrendo dezenas de vezes na mesma área de um jogo.
É um jogo triste também. Em sua trajetória, Claire se depara com Steve, um rapaz que é filho de um cara que trabalhou pra Umbrella e virou zumbi. Se bem me lembro ele morre em algum momento bem antes do final do jogo. O que acaba sendo uma pena, já que eles formam um bom par romântico.
Além disso, há algo interessante que é reintroduzido aqui. Wesker volta como um dos vilões. E já apresenta a superforça e a agilidade desenvolvida pelos vírus e que ganha muito mais visibilidade e até importância no quinto game da série, com toda aquela coisa do HD, das texturas proporcionadas pelo sistema de gráficos e potência do Playstation 3.
Evidentemente o tanto que eu joguei, até um horário decente pra poder dormir, não foi suficiente para nem de perto terminar o jogo ou pelo menos de chegar à base na Antártida. Fica pra uma próxima. Agora que o jogo ganhou uma nova importância nessa vida.
Até porque este Resident Evil vem também com um gosto a mais de nostalgia. Da época pré-internet em que era impossível terminar qualquer jogo sem a ajuda de revistas especializadas. Sim. Noob que sou, fico com uma revista do lado. Uma raridade. Poder degustar assim alguma coisa.
Fui jogar video-game. A escolha do jogo não foi aleatória. Há dias que "Resident Evil: Code Veronica X" baixado há tempos está martelando na minha cabeça. Joguei muito pouco ele na vida.
Primeiro que ele saiu originalmente para DreamCast --quem por deus teve esse video-game?. Eu demorei para ter Playstation 2. Quando comprei o console, truques de Gameshark já não eram possíveis.
Este Resident não é lá muito fácil. Sem armas e vida infinita então, nem se fale. Ele exige paciência e dedicação. Daí que estava lá. Incomodando. Iniciado. Na lista de jogos comprados e não aproveitados. Parado em uma parte um pouco adiante do começo e intocado desde então.
A história aqui se passa pouco depois de "Resident Evil 3" trazendo como protagonistas Claire e Chris Redfield. Na trama, Claire invade uma base europeia da Umbrella em busca de seu irmão Chris, que está sumido desde os acontecimentos do primeiro Resident Evil.
É um game essencial para os fãs da franquia. É o último que traz todos os elementos do survival horror e que conserva toda a atmosfera sombria que consagrou a série. Zumbis, sustos e uma trilha sonora absurdamente assustadora. Sem falar na vagareza. É um jogo para sentir, respirar, parar, pensar e se envolver.
Muito mais emocionante do que "Resident Evil 6", por exemplo, em que você não para de correr e atirar e meio que só isso. Até as coisas acalmarem um pouco e você novamente correr e atirar de novo. Por horas a fio.
A dificuldade aqui também é grande. De modo geral ele me parece maior que seus antecessores. Eu terminei ele uma vez, ainda no Playstation 2. A vida é muito curta pra ficar morrendo dezenas de vezes na mesma área de um jogo.
É um jogo triste também. Em sua trajetória, Claire se depara com Steve, um rapaz que é filho de um cara que trabalhou pra Umbrella e virou zumbi. Se bem me lembro ele morre em algum momento bem antes do final do jogo. O que acaba sendo uma pena, já que eles formam um bom par romântico.
Além disso, há algo interessante que é reintroduzido aqui. Wesker volta como um dos vilões. E já apresenta a superforça e a agilidade desenvolvida pelos vírus e que ganha muito mais visibilidade e até importância no quinto game da série, com toda aquela coisa do HD, das texturas proporcionadas pelo sistema de gráficos e potência do Playstation 3.
Evidentemente o tanto que eu joguei, até um horário decente pra poder dormir, não foi suficiente para nem de perto terminar o jogo ou pelo menos de chegar à base na Antártida. Fica pra uma próxima. Agora que o jogo ganhou uma nova importância nessa vida.
Até porque este Resident Evil vem também com um gosto a mais de nostalgia. Da época pré-internet em que era impossível terminar qualquer jogo sem a ajuda de revistas especializadas. Sim. Noob que sou, fico com uma revista do lado. Uma raridade. Poder degustar assim alguma coisa.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
De mudança
Tantos dias sem entrar aqui que até a senha do Google eu esqueci. Dessa vez eu tive Ano Novo. Pude fazer meu ritual de entrar no mar no dia 31 e parar pra pensar no passado, no presente e no futuro. Uma pausa necessária e mais do que merecida pra poder ajustar os ponteiros, afinar o olhar pro que realmente importa.
Minhas resoluções e planos últimos foram traçados em outubro, nas férias, e até agora aos trancos e barrancos a gente está tentando se manter firme. Não está fácil. Mas está valendo a pena. É o que importa. Nada de grandes tratados para a vida nesta virada.
Esse ano tive que lidar com coisas ruins que marcaram. De perder o vô a ter o iPhone roubado, perder o exame da moto. Errei bastante, refiz muita coisa, aprendi. Novos programas de computador, novas coisas no Photoshop, a lidar com as pessoas.
No momento eu tô cheio de novas ideias e vontades. Sair de vez dessas redes sociais e viver a vida lá fora. Assistir mais filmes, ver mais novelas, ler mais livros e jornais. Escrever mais. Eu tô com novos projetos. Parecendo celebridade. Procurando o equilíbrio pra poder tocar tudo. Torcendo pra que vingue.
Isto era pra ser uma retrospectiva. Nem tá sendo muito. Janeiro não combina com olhar para trás. Melhor seguir em frente. Eu me sinto de mudança. Como se estivesse cercado de caixas e em cada uma delas tivesse uma escolha, um foco, as cenas do próximo capítulo.
Só não sei qual desses pacotes eu abro primeiro. Casar ou comprar uma bicicleta, fazer mais aulas de patins ou pular pro slackline, aulas de direção ou pular de para-quedas? Eu tô com uma fome de mundo, desejando não ser atropelado pela rotina e pelo ritmo do ano que tudo indica até agora que vai ser puxado.
A ordem, no entanto, é economizar. Aliás, preciso mudar. Queria ganhar o suficiente pra poder pagar um aluguel ou dar entrada no meu próprio teto. Ano novo e algumas questões continuam as mesmas. Tem coisa que muda bem pouco.
Minhas resoluções e planos últimos foram traçados em outubro, nas férias, e até agora aos trancos e barrancos a gente está tentando se manter firme. Não está fácil. Mas está valendo a pena. É o que importa. Nada de grandes tratados para a vida nesta virada.
Esse ano tive que lidar com coisas ruins que marcaram. De perder o vô a ter o iPhone roubado, perder o exame da moto. Errei bastante, refiz muita coisa, aprendi. Novos programas de computador, novas coisas no Photoshop, a lidar com as pessoas.
No momento eu tô cheio de novas ideias e vontades. Sair de vez dessas redes sociais e viver a vida lá fora. Assistir mais filmes, ver mais novelas, ler mais livros e jornais. Escrever mais. Eu tô com novos projetos. Parecendo celebridade. Procurando o equilíbrio pra poder tocar tudo. Torcendo pra que vingue.
Isto era pra ser uma retrospectiva. Nem tá sendo muito. Janeiro não combina com olhar para trás. Melhor seguir em frente. Eu me sinto de mudança. Como se estivesse cercado de caixas e em cada uma delas tivesse uma escolha, um foco, as cenas do próximo capítulo.
Só não sei qual desses pacotes eu abro primeiro. Casar ou comprar uma bicicleta, fazer mais aulas de patins ou pular pro slackline, aulas de direção ou pular de para-quedas? Eu tô com uma fome de mundo, desejando não ser atropelado pela rotina e pelo ritmo do ano que tudo indica até agora que vai ser puxado.
A ordem, no entanto, é economizar. Aliás, preciso mudar. Queria ganhar o suficiente pra poder pagar um aluguel ou dar entrada no meu próprio teto. Ano novo e algumas questões continuam as mesmas. Tem coisa que muda bem pouco.
domingo, 17 de novembro de 2013
Boa perspectiva
Eu estava até sonhando. Não me perguntem o quê. Não importa. Não é relevante. O fato é que não foi só um cochilo. Eu consegui deitar e dormir e acordei assustado as dez para as cinco da manhã com o barulho do despertador, que continua sendo Hold it Against Me, porque é importante acordar na pegada do agito.
Então a Britney quebrou aquele ritmo da sonolência. Tomei café, tomei banho, coloquei uma blusa, preparei uma marmita de frutas, peguei o livro "Um Dia" e vim enfrentar este plantão neste clima frio. Chegando aqui recebi um e-mail da Saraiva dizendo que o final de semana está terminando.
É uma boa perspectiva e olha que mal acabou de amanhecer.
Então a Britney quebrou aquele ritmo da sonolência. Tomei café, tomei banho, coloquei uma blusa, preparei uma marmita de frutas, peguei o livro "Um Dia" e vim enfrentar este plantão neste clima frio. Chegando aqui recebi um e-mail da Saraiva dizendo que o final de semana está terminando.
É uma boa perspectiva e olha que mal acabou de amanhecer.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Que venham as próximas
Não fiz tudo que queria. Por incrível que possa parecer faltou tempo, teve o curso. Não comi em todos os lugares incríveis que eu tinha planejado. Não vi todo mundo que eu gostaria de ter visto, mas puta que pariu. Como eu cresci nestas férias.
Assisti a mais filmes nos últimos 30 dias do que talvez no ano inteiro (mentira). Fui a mais peças de teatro (três, mas é um recorde). Tivemos que lidar com imprevistos, com problemas técnicos, com o mau tempo, com o pouco tempo. Mas eu curti cada coisinha que eu fiz. Até mesmo passar um dia inteiro no sofá vendo a Globo.
Eu li gibis. Li um livro só agora nestes últimos dias. Li jornais e revistas. Pude ver vários filmes do Mix, entre curtas e longas. E neste ano rolou até show do Gongo. E volta a vontade de fazer um filme pro ano que vem.
Pude parar. Vislumbrar o futuro. Olhar o horizonte. Tive uma perspectiva de que sim, dá pra ter uma vida social. Aprendi a dar valor. Vi como eu gosto do meu ritmo de trabalho. Não que eu não soubesse. Mas frustração demais com cotidiano demais às vezes cega. Faz a gente se esquecer das coisas.
Aprendi a ser grato. Por não precisar acordar com o despertador, por não ter que pegar o metrô lotado logo cedo every single fucking day. Aprendi que dá pra planejar o dia. E fazer render. Vi, sobretudo, que dá pra desacelerar. Que não é preciso se cobrar tanto. E a desencanar de querer ver todas as séries, filmes e programas do mundo. Que dá pra dar mais risada disso tudo.
As próximas férias devem demorar muito pra chegar. Que elas cheguem, é o que importa. Até lá a gente vai vivendo. Um dia de cada vez. E pacientemente tentar fazer o melhor que der sem muito sofrimento.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
A hora mais feliz
Eu vou dormir pensando nisso e acordo pensando nisso. Onde eu vou almoçar no dia de hoje. Dedico horas a esse pensamento, destrincho os fatos, disseco a questão da champanhe.
Fazer o curso na Paulista, nos arredores da rua Marília me evoca uma época feliz da vida. Uma época em que eu era feliz e sabia. Era o tempo quando o escritório d'A Capa/Disponível ficava ali naquela ruinha que liga a Jaú à Santos.
As horas do almoço costumavam serem boas. Hoje além de boas elas vem com um gostinho bom de saudade, mas não no sentido negativo da saudade, daquela que faz doer e lamentar. É a saudade de um tempo bom porque a vida também fluiu e mudou e outras coisas vieram pra nos fazer feliz, de outras formas.
Na semana passada eu comi em todos os lugares onde costumava almoçar nos idos de 2008 e 2009. Fui no Dinheirinho, que é o restaurante Jardim Paulista, ali na alameda Campinas, quase na esquina da Jaú. É o restaurante amarelinho fofo. Que na nossa época dava um vale desconto pra usar lá, o tal do dinheirinho.
Fui no Gardens, um self service que também tem pratos feitos ali em frente à praça Alexandre de Gusmão. É o melhor lugar pra comer feijoada, às quartas, porque eles tem uma maionese incrível que muito combina com a feijuca, além dos pasteizinhos e dos bifes à milanesa.
Tem também o Alegrill, mais pra baixo ali na Pamplona. Onde tem um strogonoff delicia de camarão. A única chateação é que o Galeto com Sabor que era O lugar pra comer às quintas com um buffet de massas incrível está reformando.
Mad agora tem algumas novidades nos arredores. Abriu um Burger King na Santos. Eu não tava nem sabendo disso. E do lado tem um mexicano que parece muito bom também. Talvez eu até vá lá essa semana.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Padrões de manipulação na grande imprensa
Tem um livrinho com esse nome. Do Perseu Abramo talvez. Mas não é dele que eu quero falar.
É que passei parte da semana passada no sofá, vendo a Globo. E fugi sempre que deu, juro. Há muito tempo que eu não via os jornais que passam no canal na hora do almoço assim, de assistir e prestar atenção.
E por coincidência foi semana passada que o vídeo da menina que no ano que vem quer estar na praia vendendo a arte dela com as coisas que a natureza dá pra gente viralizou.
E o que tem uma coisa a ver com a outra? Tem a ver que essa reportagem foi exibida bem antes da semana passada, mas mostra um pouquinho como o jornalismo vive de clichês, como o jornalismo tá meio mal das pernas e como o pouco tempo pra fazer matérias acaba comprometendo a qualidade final de um trabalho.
Primeiro. Dificuldade dos jovens escolherem o que vão prestar no vestibular. Quer pauta mais boring? Dai entrevistam a menina que quer fazer "administração", mas tá lá brisada e bolando um beck no quadro seguinte.
Outro personagem incrível da matéria é o rapaz que vai fazer administração pra tomar conta do comércio da família. Mano, nem é que o cara aparece na frente do mercadinho ou de um jeito meio coxa que se espera de um estudante de adm. Nas cenas do cara ele tá brindando com um amigo, tomando uma heinecken tipo umas 14h da tarde.
Tem um personagem bom pra matéria, que é o japa que quer fazer medicina, mas quando ele dá as aspas dele você tá se mijando pelo fato de a Globo ter mostrado a menina bolando um baseado hahahaha.
Em todo caso e fora isso. Tanto nas reportagens gravadas, como nos fala povo ao vivo fora fo estúdio, o que eu percebi é como os repórteres conduzem a matéria para o que eles querem.
Nem é maldade, é mais pelo exercício da profissão. O modo de fazer uma pergunta e conseguir do entrevistado uma resposta que afirma o que ele perguntou. Do tipo - "Hoje está um belo dia, não?" - "Sim, hoje o dia está muito bonito".
Isso ou ter jogo de cintura pra corrigir uma aspas ruim. Às vezes o entrevistado cala, responde com monossilábicos sim, não, obrigado ou balançam a cabeça. E aí fica difícil encerrar a matéria ou fechar o texto.
E isso é coisa que você acaba nem percebendo muito quando você é leigo ou não está muito inteirado. Porque não é só ter visão crítica. É treinar o olhar pra ver detalhes, truques de edição que você não capta se não tem um pouco de conhecimento técnico sobre o assunto.
Até porque em TV é uma matéria seguida da outra, o âncora no estúdio, a menina do tempo. A atenção vem, vai. A TV tá lá quase como uma extensão da casa, um outro membro da família.
Temas complexos como a crise na Síria explicada em coisa de um minuto e meio. Vai ler uma nota num jornal impresso ou na internet pra ver se entender de verdade aquilo não toma mais tempo, enfim.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Mostra pra mim, vai
Eu até que tava beeeem querendo ver alguma coisa da Mostra esse ano. Mas daí ela começou e eu fui viajar e agora que voltei e ela tá acabando todos os filmes se esgostam.
Ontem eu fui ver a Diana, mas se não tivesse ido eu ia me jogar em alguma sessão ali pelos arredores da Paulista depois do curso.
Mas hoje eu tô tão cansadinho. E olha que acabei de levantar. Sono acumulado. Porque se teve uma coisa boa que eu aprendi esses dias de férias é que um cochilo no meio da tarde é um luxo que pouquissimos têm acesso.
E já que eu tô fazendo a aula e coisa e tal nada de sonecas vespertinas até semana que vem. Hoje então nada de Mostra. Só quero arrumar um jeito de fugir do metrô lotado, chegar logo em casa e dormir.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
SPTrans selvagem.
Eu ia pra Paulista de Ônibus. Direto. Sem passar pelo drama de um metrô lotado. Isso se o Terminal Pinheiros não tivesse sido extinguido nessa reformulação aleatória de linhas feita pela SPTrans no último sábado.
E agora, cá estou eu, no metrô. A Penha está simplesmente abarrotada. O metrô chega cheio na estação. A Marginal perto de casa já está parada. A Radial não deve estar muito diferente. E querem cobrar 200 mil um apê na Zona Leste.
Torcendo pra essa composição fazer um bate e volta e eu ir sentado pelo menos até a Sé. Dormi pouco essa noite, ansioso pelo curso e com medo de perder o horário. Pelo menos temos o lado bom de ainda estarmos de férias.
domingo, 27 de outubro de 2013
Já tive passagens por Caraguá mais animadas. Mas nem por isso essa semana deixou de ser uma delicinha.
Faltou sol, faltou praia, faltou sexo e faltou wi fi. Não que eu passaria o tempo no twitter e no facebook, mas pelo menos dava pra ver algumas coisas no Netflix.
Descobrimos que a TV (Philips) não lê legendas externas, o que é ruim, além de o áudio perder a sincronia com o som dos vídeos. Talvez eu devesse ter trazido o PSP. Adultos se divertem de um jeito estranho.
Ontem o pai desceu. Vai passar a semana aqui. Todo um debate sobre enem, mascarados, protestos, black blocs, Felix, Bolsonaro, Nico, Amor à Vida. Amar e amar e amar.
Enfrento neste momento um trânsito chato na estrada. Um saco. Pra vir foi tão suave. Lado bom de hoje não ter feito sol é que eu volto pra São Paulo no meio da tarde.
Geralmente, se não vou embora de noite eu vou de manhã. E deixar a praia quando está amanhecendo é uma tristeza sem fim, como se eu estivesse deixando pra trás um dia incrível, cheio de possibilidades e céu e sol e mar pra ficar com um dia triste e cinza cheio de poluição e tortura que é viver em São Paulo.
Dessa vez está menos dolorido. Amanhã eu começo o curso de Adobe Premiere na Impacta. Pelo menos hoje o tempo está feio. Pra trás hoje fica só a vidinha. Pela frente talvez não.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
O tempo que ainda temos
Na quarta eu pedalei aproveitando o final do dia. Fui até a Martin de Sá. Depois fiquei na praia pensando na vida. Pensando no futuro. Definindo metas, acertando próximos passos de coisas pra fazer na vida.
Fazendo cálculos, projetando o futuro, basicamente. Foi sussa. Longe da pressão da vida cotidiana de trabalho, sem ter que ir pra firma. É incrível como caminhar clareia a mente. A partir de agora é esperar cada momentinho pra agir.
Ontem deu praia. E no que seria meu horario de ir pra Folha eu tava era indo pra Prainha. Consegui dar um mergulho. Tomar o tão esperado banho do descarrego.
Há um certo tédio de estar na praia com o tempo ruim e sem internet, sem minhas séries, sem meus filmes, por isso com sol rolou de passear, andar de bicicleta, me apaixonar, assistir uma peça de teatro de rua e ainda caçar, sem sucesso.
Hoje o dia está chuvoso. Rádio está ligado ao invés da TV Globo. Nothing to do. É uma boa perspectiva. Podia passar um filme bom na Sessão da Tarde. Quase gastei a cota de 3G do mês nessa semana. Tem um Aliás de julho pra terminar de destrinchar. E mais alguns cadernos de jornais aqui que voltarão para São Paulo.
No mais esses dias bons estão chegando ao fim. Então temos que aproveitar o tempo que ainda temos.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Sobre as redes sociais (o melhor resumo do instagram)
Na foto: Camila Pitanga, Zeca Camargo e Marina Person
Nos comentários: a ju-ci-le-ne pedindo pra seguir de volta.
Acho que isso resume bem.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Sobre os dias na praia (até agora)
Então eu terminei de arrumar tudo, dei um pulo no estádio pra fotografar as corujas, mas as fotos não ficaram tão boas e vim pra Caraguá.
Cheguei na rodoviária às 16h e o ônibus saiu 15 minutos depois. Não deu nem tempo de fazer coisa errada. Foi uma pegada so long bitches. Nem de comer. Comprei uma baguete que devorei antes de pegar a Airton Senna.
Cheguei aqui depois de 3 horas. Tava calor, mas o tempo estava começando a enfeiar. Uma caminhada de uma hora depois e cheguei à casa do vô. Daí foi conversar com a tia Leila e o Alexandre que estão tipo morando aqui.
Logo menos veio a ventania e uma chuvinha uó. E aí até agora não deu praia. Ontem passei uma parte do dia no sofá. Mas rolou dar uma volta de bike até o centro. A única coisa é que é bem ruim ficar aqui na iminência de uma chuva que não vem.
Cresci vindo pra praia então tempo ruim era uma coisa que fazia parte. Agora faz tempo que eu desço e não pego um dia de sol. Nem precisa estar rachando, mas um solzinho pequeno já me alegraria. Quando eu tô em São Paulo, de plantão, o sol marca presença forte no dia. Ironias da minha vida.
No mais, os filmes e séries que eu trouxe pra assistir não vingaram muito não. A tv é Philips e não lê as legendas externas. Fora que sempre o áudio perde a sincronia com a imagem. Uó.
Tirando isso o tempo tá voando. Comecei a ler o primeiro quadrinho da coleção da Salvat "Homem-Aranha De Volta ao Lar" e consegui me livrar de alguns cadernos de jornais que trouxe pra ler. Surpreendentemente dei sorte, o 3G funcionou e rolou de assistir Brinquedo Assassino 3 no Netflix.
E é isso.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Sobre os últimos dias
Então, na sexta eu levantei cedo e fui fazer caminhada e fiquei morrendo de fofura com as corujas que estão no estádio. Se tudo der certo, mais sobre essa história em breve.
Fui na podóloga e alegria. Há meses que unha encravada não é mais um problema na vida. Depois encontrei a mãe. Fomos na galeria do rock, para ela fazer uma tatuagem. Eu aproveitei o ensejo pra furar o nariz. E agora ando pensando se vou tirar ou não o piercing do septo.
Na volta assisti Brinquedo Assassino 2. Foi o tempo de descansar mais um pouco e sair. Aniversário da Teka no Dubaria. Foi xuxu. Mas ter levantado cedo e não ter descansado me deixou dormindo na mesa do bar. E quando a gente saiu o sol já estava lá fora.
Sábado, portanto, foi um dia meio morto. Assistimo séries, dormimos, assistimos séries. Terminamos a arrumação. Meio no truque pra dizer a verdade. Impossível arrumar os livros agora.
Então fui encontrar a mãe para ir com ela no show da Monica Guedes. Foi mais legal dessa vez. Vai ver porque tinha cerveja e eu ainda tomei uma dose miguelada de whisky, porque tá na hora de a gente aprender a tomar isso. =P
O show começou às 23h e terminou às 03h, devido ao horário de verão. Foi bastante longo, mas tem algumas músicas dela que de tanto minha mãe ouvir eu comecei a gostar de verdade. E ainda teve Ex My Love, Show das Poderosas e clássicos do sertanejo na playlist.
Pegar um taxi pra voltar não foi simples. Essa história dos aplicativos. Da facilidade estar na palma da mão acabou com a coisa legal e inusitada de trombar um taxista no caminho, sabe? A tecnologia está acabando com a espontaneidade.
Hoje acordamos. Vimos iCarly e atrasamos. Tinha prova. Olha. Nunca mais eu vou deixar uma crise profissional fazer eu prestar um concurso público. Mano. Não rola fazer essas paradas sem estudar pra isso. É perda de tempo e de dinheiro. Apesar de a esperança ser a última que morre, nunca fiz uma prova tão rápido na vida. E a redação mais cagada do universo. Fora que nem foi uma prova muito legal. Enem, por exemplo, é muito mais divertido.
Saindo de lá fui comer no japonês. Tava com tanta vontade e fome que comi rápido e enchi. Meio passei mal de tanto comer e deixei meio temaki no prato :(
Foi bom pra matar a bicha, mas nunca mais eu como na vida. Aloooocka. Depois desse rolê no qual eu precisei de um guindaste, encontrei a Raíra pra gente ver O Duelo no Centro Cultural. Demos sorte e conseguimos ingresso que estão disputadíssimos.
Tem a Camila Pitanga no elenco e isso é tão inusitado e significativo e as fotos que ela posta no instagram são tão legais que a gente não podia deixar de ir. E tem o doutor Abobrinha na peça, que assim como O Tempo e o Vento é enorme.
Mas a piração é boa. Rola um intervalinho. E eu gostei mais do segundo ato, talvez porque ele é mais direto. Diferente do Tempo e o Vento, a peça não é arrastada. Ah, o padre é gatinho. E um boy até aparece pelado (mas não dá pra ver a neca).
Passeio cultural pra encerrar essa primeira semana de férias delícia. E até agora a certeza que eu não teria feito nada de diferente. Amanhã eu devo viajar em algum momento do dia, mas não decidi nada ainda sobre horário e coisas do tipo.
Aguardem novidades.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Daí que eu tava com um projetinho de assistir um filme por dia e fazer um post por dia nas férias, tipo um diário dessa delícia. Mas sem me obrigar muito assim, porque né...
Ontem passei o dia na faxina das pilhas e documentos. Na hora do almoço consegui parar pra assistir Zombeach, que é um curta de uns 15 minutos, estrelado pela atriz pornô Mônica Matos, like a Sasha Grey braselera.
Comprei ele na feira há meses. Se pá até bem antes de o vô morrer. O áudio é uma porcaria, mas a maquiagem é boa e o filme não tem muito diálogo de qualquer maneira. Mas tá valendo a intenção da galera de fazer um zombie-soft-porn e da fia de ter topado participar do projeto.
Depois voltei pra arrumação e acabei saindo de lá já eram 23h e ainda ficou uma caralhada de coisas pra terminar. Mas agora é a parte fácil. Daí eu assisti Carros 2 que o Gabriel me emprestou. E por falar nisso, tadinho, ontem fui buscar ele na escola. E quando ele tava indo embora pra casa, tropeçou sei lá como e bateu com a cara no portão aqui. Machucou a boquinha. Chorou, abriu o maior berreiro. Nem foi nada sério, mas que deu um aperto no coração, deu.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
O segundo dia das férias magras não teve exercício porque simplesmente não consegui levantar cedo tendo ido dormir tarde no dia anterior.
Então depois de levantar e tomar café eu fui continuar a faxina e a me desapegar de coisas do passado. Porque guardar holerite de 2009, santo cristo?
Dai foi. Tomei banho, saí de casa e fui encontrar a Raíra. A ideia era a gente assistir É o Fim, aquele do James Franco, que sairia na faixa, e O Tempo e o Vento. Sairia não fosse o fato de eu cabeçudo ter esquecido os ingressos em casa.
Então resolvemos mudar os planos e no lugar do James Franco a gente viu Invocação do Mal que foi bem engraçado fazer a Raíra pular da cadeira hahahahaha. Pausa pra comer e fomos ver então O Tempo e o Vento. E bota tempo nisso, porque esse filme é INFINITO.
Não longo do tipo Matrix ou Senhor dos Anéis que você nem vê passar. Longo do tipo ele não passa. Ele é parado. Assim. A gente pegaria a Cleo Pires. A Fernanda Montenegro tá incrível. O Thiago Lacerda tá lindo apesar de nunca tirar a farda (porquinho), mas o filme é parado. Mais parado que meu marido Léo. Fora que não tem emoção. Tem uma ou outra cena engraçadinha, mas tem duas partes em que o certo capitão Rodrigo pega na espada (epa!) que são as lutas mais sem graça da história do cinema mundial, apesar da boa vontade dos atores.
Findo esse rolê interminável. A fome persistia. Fomos então pra Lanchonete da Cidade. Comemorar as férias, aproveitar a restituição do imposto de renda (a vida é dura) e celebrar a vida. Foi incrível. Apesar que agora eu sei toda a quarta temporada de Vampire Diaries. Brinks. A gente comeu um hamburguer chamado Bombom a la presse. Eu tava a fim duns cheddar louco, mas 180g de carne acabaram falando mais alto. O milk-shake de doce de leite fez jus à fama. A Raíra escolheu uma sobremesa estranha lá.
No mais foi isso. Terminei Teorema Katherine (boooooring). Cheguei em casa ontem e capotei. Hoje rolou levantar e caminhar. Previsão para este dia é terminar a faxina e assistir alguns filmes e séries. Descansar, enfim, portanto, já que as férias estão só começando.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Férias chutando bundas
Inimigas, cortai-vos
Só sei que hoje eu tenho que agradecer. Porque não tinha como ter sido melhor. Na quinta ou na sexta-feira passada participei de um concurso do Judão pra ver uma sessão exclusiva de Kick-Ass 2.
Ontem eles deram a resposta de que eu tava in. Chamei a Fernanda pra ser minha acompanhante e fomos. Chegamos rápidão de trem. A cabine era no prédio da Sony, lá nas Nações Unidas. Puta lugar legal.
Antes de começar rolou uma comidinha pra galera. Balas de goma, pipoca, refri, suco e rufem os tambores... Vodka! Não sei quem teve a ideia, mas eu devo agradecer, porque eu fiz lá um (dois) drinkzinho(s) pra mim e foi ó, belezinha.
O filme. Caralho. O que dizer? Se o primeiro Kick-Ass já era animal, esse tá ainda melhor. Nunca uma sequência foi tão boa na história recente do cinema. Kick-Ass 2 tá simplesmente ALUCINANTE. Sério. Tá muito muito bom. Quero assistir de novo.
O Motherfucker, a Mother Russia, a Hit-Girl e o Jim Carrey (na melhor atuação de sua carreira) fazem muito o filme valer a pena. E o Aaron Taylor sei la como escreve também tá tipo príncipe.
Até o fechamento desta edição eu não tinha lido o quadrinho que inspirou/originou o filme, só li o prelúdio estrelado pela Hit-Girl. As referências e piadinhas boas sobre o universo dos heróis estão presentes nos diálogos no mesmo nível de incrível.
Aliás, saindo da Sony fui lá na Geek comprar o ~gibi e causar um pequeno rombo no meu orçamento do estado.
E se vocês acham que acabou, vocês estão enganados. Porque toda a galeris que colou ainda ganhou um par de ingresso pra ver É o Fim (que tem o James Franco interpretando ele mesmo e tá dá já tava na programação de amanhã.) e ainda participamos de um sorteio de DVDs do primeiro filme. E bem. Eu ganhei. E a Fernanda também. \o/
E é isso. Obrigado universo. Obrigado Judão. Obrigado Borbs (cê tava gatinho hoje by the way) e obrigado Sony Pictures.
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